sábado, 2 de abril de 2011

Dicas para seu filho se alimentar de forma saudável !!!

No quadro O Dr. Responde, Eliana e o Dr. José Bento receberam o pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Marcelo Reibscheid, para orientar as mães sobre a alimentação de seus filhos desde os primeiros dias de vida.



Confira abaixo as receitas nutritivas que podem ser usadas para variar o cardápio dos maiorzinhos.



HAMBURGUER DE ESPINAFRE




Ingredientes


2 xícaras de folhas de espinafre
1 xícara de ricota
1 dente de alho amassado
1 colher (chá) de molho de soja
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
Sal a gosto
Óleo para untar

Modo de preparo

Coloque o espinafre, ainda molhado, em uma panela. Tampe e cozinhe em fogo baixo até as folhas ficarem macias. Escorra e deixe esfriar. Esprema para retirar o excesso de suco e pique-as. Em uma tigela, coloque o espinafre, a ricota, o alho, o molho de soja e a farinha de trigo. Tempere com sal e misture bem. Forme os hambúrgueres e asse. Mistura para 8 unidades.


HAMBURGUER DE ABOBRINHA E BERINJELA





4 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 abobrinha média picada (200 gramas)
1 berinjela média (250 gramas)
2 dentes de alho amassados
Óleo para untar
Sal a gosto

Modo de Preparo

Descascar a berinjela e cortar em fatias finas no sentido do comprimento. Passar sal nas fatias e deixar descansar e escorrer dentro de uma peneira por 30 minutos. Lavar a berinjela, enxugar e picar bem.Em uma tigela misturar bem a berinjela, o alho, a abobrinha e a farinha de trigo. Temperar com sal. Fazer os hambúrgueres com ¼ de xícara da mistura . Untar uma frigideira ante aderente e levar ao fogo até esquentar. Assar os hamburgeres até dourarem os dois lados.



NUGGETS COM QUEIJO BRANCO




500 gramas de peito de frango picado
uma clara
duas colheres de farinha de trigo
uma colher de queijo parmesão ralado
uma cebola piquena picada
duas colheres de salsa picada
dois dentes de alho espremidos
meia colher de sal
uma colher de pimenta-do reino
uma pitada de noz-moscada ralada
200 gramas de queijo branco em cubos
uma xícara de farinha de rosca para empanar

Modo de preparo:

No processador de alimentos, coloque o frango em pedaços, a clara (sem bater), a farinha de trigo, a cebola picada, a salsa, o alho, o sal, a pimenta-do-reino, a noz-moscada e triture até obter uma massa homogênea. Modele os nuggets com as mãos e recheie cada um com um cubo de queijo branco.

Passe pela farinha de rosca, coloque em uma assadeira e deixe dourar por igual – Aproximadamente 20 minutos.



NUGGETS DE BETERRABA





1 xícara de farinha de trigo integral ou comum, ou farinha de rosca
½ xícara de linhaça moída
1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
½ colher de chá de páprica
½ colher de chá de alho desidratado
½ colher de chá de cebola desidratada
1 xícara de purê de beterraba
450 gramas de peito de frango ou coxa e sobrecoxa, sem osso e sem pele
1 ovo grande ligeiramente batido
½ colher de chá de sal
Manteiga, margarina ou óleo para untar
1 colher de sopa de azeite

Para empanar para assar

2 unidade(s) claras
1 xícara(s) farinha de rosca misturada com 1 col. (sopa) de parmesão ralado

Modo de preparo

Para o purê de beterraba: Deixe a beterraba inteira (ou corte a rama deixando dois centímetros) e com casca.
Enrole em papel alumínio e asse a 200ºC, por cerca de uma hora (até que estejam macias quando espetados com uma faca). Depois de descascar, processe no liquidificador ou processador de alimentos por dois minutos.

Nuggets: Em uma tigela, coloque a farinha, a linhaça, o parmesão, a páprica, o alho e a cebola e misture bem com a ponta dos dedos. Em uma tigela rasa, com um garfo, misture o purê de beterraba e o ovo. Coloque-a ao lado da tigela com os ingredientes secos. Lave, seque e corte a carne de frango em pedaços pequenos (tamanho nuggets), depois salpique sal. Mergulhe cada pedaço na mistura de ovos e, depois, passe na mistura de farinha, até ficar totalmente recoberto. Unte uma frigideira grande e leve ao fogo médio-alto para aquecer.

Para Assar: Passe na clara e na mistura de farinha de rosca com o parmesão. Em uma assadeira untada, coloque os nuggets e leve ao forno por 20 minutos.













Pedagogia... cursar ou não cursar ?


A Pedagogia é a ciência ou disciplina cujo objetivo é a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo.





Pedagogia? Ah, que legal, mas você vai ganhar tão pouco. Crianças? Elas são tão chatas...


Pra quem ta começando a média fica R$ 800,00 por 20h/aula semanal. Agora se vc chegar a ser um delegado de ensino ou supervisor da secretaria da educação aí de R$ 6.000,00 pra lá.



Sabe qual a parte mais legal das crianças? A sinceridade. Se elas não gostarem de você, elas não esconderão e fingirão gostar, como aqueles do seu trabalho. Elas sorriem de verdade. São gentis. A má educação só existe, por culpa de pais que ou estão ausentes, ou presentes demais. Através da pedagogia podemos ensinar não apenas as pequenas criaturas que mudarão nosso futuro, mas seus pais, dando uma base para manter seus filhos empenhados nessa mudança!!



Porque eu preciso de tanto dinheiro? O que realmente me faz feliz? Churrascos no fim de semana com amigos bêbados, comendo vidas? Não!

Um carro luxuoso, que poluirá cada vez mais o meio ambiente? Não!

Uma casa chique com todos os utensílios mais caros do mercado ? Não!

As roupas de grife, cheias de rótulos? Não!

Trabalhar de 8 a 20h e receber mais de 10.000,00 por mês, e não ter tempo para viver?

NÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Eu só preciso de um bom planejamento, para não gastar dinheiro em vão, e juntar grana para viajar pelo Brasil. Conhecer cada região, cada povo, cada costume. Levar o que sei... aprendizado, vontade costumes, idéias.


Levar às crianças, aquelas que farão parte do meu dia-a-dia a importância da natureza, do respeito animal, da política, de uma boa alimentação, da cultura.

E o mais importante, incentivar os pais de cada uma, a adotarem e incentivarem seus filhos, com novas idéias.


Temos todas as oportunidades para uma revolução, e não temos o povo para agir. Pois o governo tratou de ocupá-los no trabalho, durante horas para sustentar suas famílias, e assim os calou, os confortou, com algumas bolsas-família.



Está na hora de sermos escravos sem algemas.

Comecemos agora, para colhermos os frutos do amanhã.


E isso será meu futuro, pois mudar o mundo, através de ONG’S ou trabalhando no setor Ambiental de empresas, é muito complicado.Você mexe algumas varetas, e vê que o dinheiro fala mais alto. Sempre falará.

Agora está na hora de levar educação para o nosso BRASIL.


Mudar as mentes, mudar a estrutura, mudar o poder.



"A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tam pouco a sociedade muda."


(Paulo Freire)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Projeto sobre Folclore


Nome do projeto: Dia de Fazer a Diferença com o Folclore (DFDF)




Faixa-etária: Creche e Pré-Escola



Check-list: Na idade pré-escolar, as crianças estão passando por uma mudança em relação ao seu comportamento, pois estão começando a misturar um comportamento anteriormente apenas formado por reflexos (proveniente de quando era bebê), com uma nova fase: a linguagem. Nesta trajetória a criança sente necessidade de fingir ser alguém, de fantasiar situações. Daí surge toda a simbologia refletida nas brincadeiras de faz-de-conta. Elas vivem num mundo imaginário onde são capazes de pensar e agir imitando situações variadas. Com isto, vemos a importância de se trabalhar o Folclore. Pensamos aqui, no Folclore como um grande quebra-cabeça, um grande brinquedo, em que cada peça é fundamental: as danças, as lendas, as brincadeiras, parlenda, as adivinhações, as cantigas, as receitas, os brinquedos, etc. Essas são as peças que formam esse jogo chamado cultura brasileira. Quanto mais se brinca com esse jogo mais se conhece a cultura do nosso país, logo ele não poderia ficar fora do espaço pré-escolar.

Na escola, criança tem de ouvir música de criança. E apenas música de criança, certo? Errado. Algumas delas têm texto fraco, muito óbvio ou com rimas pobres. De acordo com o Referencial Curricular Nacional Educação Infantil, e importante que a percepção musical na pré-escola seja estimulada.



• Planejamento efetivo do projeto:



Objetivos de ensino: Promover o desenvolvimento integral das crianças, dentro de um ambiente com propostas lúdicas e de cunho educativo, pois a cultura de um povo é um bem precioso que deve ser cultivado.

Estimular a reflexão sobre a linguagem musical com base em um repertório significativo.

Ampliar o repertório musical das crianças.



Objetivo geral: Construir conceitos com as crianças sobre o que é folclore através de experiências vivenciadas por elas.

Envolver professores e pais no trabalho musical das crianças.

Desenvolver nos alunos o respeito pelos diferentes repertórios musicais.



Objetivo específico: As crianças se apropriem de conhecimentos da cultura humana como novas formas de brincar, cantar, dançar, falar, etc.

Incentivando a valorização e o respeito pelas diferentes formas de viver de diferentes grupos e pessoas.





• Ações planejadas para envolver:



Professores/ Escola: Professores e funcionários devem estar preparados para lidar com as manifestações culturais das crianças.

Organize um grupo de professores para estudar temas ligados ao folclore e discutir as experiências em sala de aula

Um curso de capacitação sobre o tema é o mais indicado.



Alunos: Selecione músicas que contagiem as crianças pelo ritmo e pela sonoridade da letra. Em momentos de atividades livres, coloque na sala pra que eles ouçam.

Converse sobre as músicas ouvidas ao longo das aulas, perguntando às crianças quais as canções preferidas.

Organize uma votação para estabelecer as favoritas.



Comunidade externa: Faça uma reunião com as famílias para apresentar o projeto. Dessa forma, cada um pode continuar aproveitando a atividade em casa, com a família reunida.



• Possíveis atividades a serem desenvolvidas:



Formação Pessoal e Social: socialização, respeito, valorização do outro, autonomia, iniciativa.

Linguagem Oral e Escrita: diálogo, argumentação, parlenda, trava língua, adivinhações, cantigas, escrita, receita, leitura, lendas, textos informativos.

Natureza e Sociedade: história dos brinquedos e brincadeiras, diferentes formas de cantar, brincar e contar histórias.

Movimento: dança, brincadeiras.

Música: cantigas.

Arte: dramatização de lendas.

Matemática: construção de brinquedos (formas, cores, medidas, receitas).



• Sistema de apresentação/ exposição do projeto:



Grave um CD com dez questões-cinco escolhidas pelas crianças, outras cinco pelos pais. Encaminhe a escrita espontânea dos títulos na ordem em que aparecem na gravação para compor a capa.

CD gravado com as “Dez mais do folclore”, acompanhado de livrinho ilustrado com títulos e letras.

Depois grave um DVD mostrando todo o trabalho realizado durante a semana.



• .Avaliação:



Compare o conhecimento musical da turma antes e depois do projeto didático. O que mudou? As crianças demonstraram maior atenção às características rítmicas? E quando as letras? Verifique, em que medida a leitura e a escrita evoluíram.

A observação das formas de expressão das crianças, de seu envolvimento nas atividades e satisfação nas próprias produções será um instrumento de acompanhamento do trabalho que ajudará na avaliação e no replanejamento da ação educativa.



• Culminância:

Exposição para os pais, do Projeto DFDF, através de fotos, CD, DVD, materiais de pesquisa, materiais coletados e confeccionados pelas crianças e apresentações.

Autor: Jorge de Almeida Lopes Filho

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Faz sentido oferecer textos a estudantes não-alfabetizados?

Canções, poesias e parlendas são úteis para se chegar à incrível mágica de fazer a criança ler sem saber ler. Quando ela decora uma cantiga, pode acompanhar com o dedinho as letras que formam as estrofes. Conhecendo o que está escrito, resta descobrir como isso foi feito. Se o aluno sabe que o título é Atirei o Pau no Gato, ele tenta ler e verificar o que está escrito com base no que sabe sobre as letras e as palavras - sempre acompanhado pelo professor. O leitor eficiente só inicia a leitura depois de observar o texto, sua forma, seu portador (revista, jornal, livro etc.) e as figuras que o acompanham e imaginar o tema. Pense que você nunca viu um jornal em alemão. Mesmo sem saber decifrar as palavras, é possível "ler". Se há uma foto de dois carros batidos, por exemplo, deduz-se que a reportagem é sobre um acidente. Ao mostrar vários gêneros, você permite à criança conhecer os aspectos de cada um e as pistas que trazem sobre o conteúdo. Assim, ela é capaz de antecipar o que virá no texto, contribuindo para a qualidade da leitura.






Fonte: Revista Nova Escola - Março/2003

domingo, 23 de maio de 2010

Inteligência Emocional


Inteligência Emocional
Durante muito tempo nossa cultura, fortemente centrada no conceito de racionalidade, reservou um lugar secundário para a Emoção. Era como se esta fosse uma espécie de prima pobre da Inteligência. Usando uma metáfora poderíamos dizer que, enquanto a Inteligência podia freqüentar a sala de visitas, a Emoção tinha de comer na cozinha.
Em muitos ambientes, especialmente naqueles voltados para atividades profissionais, a tendência a emocionar-se é considerada uma fraqueza. Isso é um erro, uma vez que a emoção está profundamente relacionada à motivação - fator indispensável ao comprometimento com a organização e à produtividade no trabalho.
Felizmente, este final de século veio trazer várias mudanças positivas, principalmente uma tendência de se colocar a tecnologia em seu devido lugar, ou seja, a serviço do homem. Nesse contexto, alguns valores ganharam maior importância, especialmente aqueles que permitem diferenciar os seres humanos de suas criações tecnológicas. E valorizar as emoções é enaltecer uma característica do que é vivo, sente e pensa - ou seja, de todos nós.
Descobriu-se que a capacidade de lidar com as emoções é mais importante para o sucesso na vida do que o Quociente de Inteligência (QI). Tal descoberta foi popularizada através do livro de Daniel Goleman, "Inteligência Emocional", o qual simbolizou o retorno da Emoção à sala de visitas da sociedade, nos termos da metáfora anteriormente utilizada. Podemos novamente falar em emoções no contexto empresarial, assim como valorizá-las na qualidade de instrumentos de crescimento e realização pessoal.
Diante de tais informações, cabe perguntar: se é tão importante saber lidar com as emoções, como fazer para desenvolver essa capacidade?
As referências sobre o assunto dão grande ênfase à importância de se adquirir inteligência emocional durante a infância. Uma delas, muito interessante, procura ensinar-nos estratégias de preparação emocional, como parte da educação de nossos filhos. Ocorre que pode ser extremamente difícil transmitir inteligência emocional quando não a possuímos! Como resolver esse problema? Se não for possível desenvolver a inteligência emocional de um adulto, dificilmente haverá alguém que possa preparar emocionalmente as crianças.

Da Inteligência Emocional à Aprendizagem Emocional
A partir da idéia de Inteligência Emocional, é possível trilhar um caminho para a Aprendizagem Emocional. Essa expressão foi considerada mais adequada do que "Inteligência Emocional", pois o conceito de inteligência refere-se primordialmente a recursos disponíveis na consciência, enquanto o aprendizado a que nos referimos ocorre, principalmente, a nível não consciente, conforme explicamos a seguir.
No livro de John Gottman e Joan De Claire, "Inteligência Emocional e a Arte de Educar Nossos Filhos", os autores exemplificam uma reação errada dos pais, quando uma criança se perde em uma loja de departamentos. Ao reencontrar a criança, a mãe reage dizendo: "Seu cretino! Estou danada com você, nunca mais te trago ao shopping". Para muitos leitores, ficará perfeitamente claro que a reação da mãe foi totalmente inadequada. No entanto, muitas pessoas poderiam reagir assim, simplesmente por ficarem impossibilitadas de reagir de outra forma. Não basta estar consciente da reação ideal, da atitude correta a ser tomada. É necessário, acima de tudo, que a pessoa seja capaz de se comportar da maneira adequada. E, conforme explica Daniel Goleman, em "Inteligência Emocional", a parte mais primitiva do cérebro dispara comportamentos instintivos antes que a "consciência" possa avaliar a situação e escolher a forma mais conveniente para se agir em cada contexto. Assim sendo, faz-se necessário que o aprendizado emocional ocorra também a nível não consciente, para que possam ser alterados os estados emocionais de um indivíduo.
Para facilitar o contato com a mente não consciente, a Aprendizagem Emocional utiliza técnicas inspiradas na Imaginação Ativa de Jung, na Meditação dos Guias Interiores de Steinbrecher, na Hipnose Ericksoniana e em modelos e técnicas da Programação Neurolingüística. Através desses procedimentos, o praticante virá a desenvolver uma comunicação cada vez mais intensa com os seus recursos inconscientes, o que resultará em um domínio cada vez maior de seus estados emocionais.

Aprendizagem Emocional e Crescimento Pessoal
Ao longo da História, o homem ocidental sempre buscou formas ativas para alcançar contato com o seu inconsciente.
O oriental, por outro lado, manifestou preferência pela observação passiva e pela meditação desprovida de conteúdo - o esvaziamento da mente.
Nesse cenário, a Aprendizagem Emocional escolhe o estilo ativo ocidental, incorporando poderosas técnicas de mudança psicológica provenientes das terapias breves, associadas à utilização de linguagem hipnótica, oferecendo ao praticante um caminho seguro e gratificante para a utilização crescente dos ilimitados recursos da mente inconsciente.

As Origens da Aprendizagem Emocional
Para facilitar o contato com a mente não consciente, a Aprendizagem Emocional utiliza técnicas inspiradas na Imaginação Ativa de Jung, na Meditação dos Guias Interiores de Steinbrecher, na Hipnose Ericksoniana e em modelos e técnicas da Programação Neurolingüística.
A PNL oferece muitos recursos que permitem lidar com estados emocionais. Podem ser lembrados, por exemplo, Leslie Cameron-Bandler em "O Refém Emocional", trabalho no qual são oferecidos métodos para identificar, classificar e mesmo modificar estados emocionais. Uma parte relevante do trabalho é, sem dúvida, o tratamento dado às emoções como mensagens provenientes do inconsciente. Por outro lado, a Transformação Essencial ("Core Transformation") - técnica desenvolvida por Connirae Andreas - ajuda o praticante a alcançar seus estados mais profundos, através do que poderíamos chamar uma "ressignificação em camadas", apoiada na conhecida pressuposição da intenção positiva. Anthony Robbins também aborda as emoções, de forma simples e correta, em "Desperte o Gigante Interior". Todas essas idéias são aproveitadas na Aprendizagem Emocional.
Através dos procedimentos da Aprendizagem Emocional, o praticante desenvolve uma comunicação cada vez mais intensa com os seus recursos inconscientes, o que resulta em um domínio cada vez maior de seus estados emocionais.
                                        
                                              Um Processo Contínuo e Eficaz
Na Aprendizagem Emocional, não descartamos a idéia de que um procedimento executado uma única vez possa produzir resultados permanentes. Todavia, entendemos que um processo contínuo é o meio mais adequado para lidar com a complexidade dinâmica do ser humano. Além disso, a utilização de técnicas de mudança rápida deve garantir que os resultados almejados sejam alcançados dentro de um período de tempo razoável, medido em semanas ou meses e não em muitos anos.
A Aprendizagem Emocional utiliza formatos já testados em outras disciplinas, além de padrões de linguagem usados pela hipnose. Isso coloca o praticante em um estado favorável à descoberta e ao aprendizado de novas formas de lidar com suas emoções. É um processo contínuo, como a terapia tradicional, e que utiliza poderosos instrumentos de mudança, como fazem as terapias breves. Nesse sentido, oferece ao praticante "o melhor de dois mundos".
Em última instância, a Aprendizagem Emocional trata da capacidade de identificar, selecionar, transformar e utilizar as emoções. Através de suas técnicas, o praticante torna-se gradativamente capaz de escolher o estado emocional adequado a cada momento ou contexto, usando suas emoções a seu favor - isto é, como poderosos recursos organizadores do seu comportamento.

Jogo de Matemática! (vai e vem)

Trabalhando o mapa do Brasil (envolvendo o dia das mães)