quinta-feira, 5 de abril de 2012

O que todos os educadores deveriam saber.

 Para compreender que:
  • Para aprender, a criança passa por um processo que não tem a lógica do conhecimento final, como é visto pelos adultos. Nenhum conceito nasce com o sujeito ou é importado de fora, mas precisa ser construído.
  • Todas as crianças sabem muitas coisas, só que umas sabem coisas diferentes das outras.
  • Ter pouca informação sobre a escrita não significa ter pouca informação sobre os conteúdos.
  • As hipóteses de escrita não significam erro e sim a forma como a criança expressa seu entendimento sobre a escrita num dado momento.
  • A interação de crianças com hipótese diferentes, em situações de leitura/escrita, é importante porque favorece a troca de informações e porque uma pode contribuir para o conhecimento da outra.
  • As hipóteses de escrita revelam o conhecimento da criança num determinado momento: não são perenes e transformam-se a medida que a criança reflete sobre as características e o funcionamento da escrita convencional.
  • As hipóteses de escrita são construídas e transformadas a partir do universo de informação disponível para as crianças e das situações didáticas de que participa.

(Rosana Aparecida Dutoit)

Mr. Holland Adorável Professor. Conflitos e Feedback !

Conflitos e Feedback no filme Mr. Holland Adorável Professor.

Conflito



  • O professor não se sente bem dando aula afinal de contas vai lecionar para que possa ter tempo para compor, que é o seu grande sonho, e, além disso, juntar dinheiro para construir uma poupança que possa ser base de sua sobrevivência no futuro enquanto compõe. Os planos começam a dar errados quando o personagem central entra em desordem com os alunos, pois se mostram pouco interessados.
(Ele administra o conflito em que tinha com os alunos)

  • E quando a sua mulher revela que está grávida, o único filho nasce com surdez aumentando a dificuldade familiar. Este compositor não aceita a surdez do filho, isola-se da família e mergulha na tristeza. Anos mais tarde repensa a sua vida e decide mudar o seu rumo. Organiza um concerto para surdos e com o filho novamente ao seu lado, divide com ele o amor pela música. Percebe que esta não lhe está vedada apesar de ele ser surdo.

(Uma mesma situação e dois pontos de vista podem gerar ou não um conflito)


  • O professor no filme percebeu que não podia mudar tudo, mas podia mudar alguma coisa. Começou a lidar com reforços apropriados, ou seja, aqueles que faziam parte da vida dos seus alunos. A música de seu tempo, seus interesses em tocar determinados instrumentos e não outros.
(Com isso o professor se tornou flexível e ate evitou um conflito)

                                                            Feedback


  • Quando diz para uma das alunas, que está apresentando dificuldades no aprendizado: "Você deve parar... por hoje!", ou seja, no dia seguinte tudo recomeçaria com esforço redobrado.

(O professor fez um feedback positivo construtivista pois o professor da uma dica boa e a estimulando para que ela melhora-se)

  • No momento em que o professor reata relações de carinho e compreensão com o filho. A escola muda sensivelmente no decorrer do filme com a influência de causas históricas e por influência dos professores inclusive a do personagem central.  A disciplina de música que era deixada em segundo plano pelos alunos da escola passou a ser vista com bons olhos pelo mesmo devido ás aulas do personagem central.

(Ocorre um feedback positivo construtiva, pois a escola e os alunos mudam pra melhor)

Autor: Jorge de Almeida Lopes Filho

Síndrome de Down !

   Resolvi colocar este tema no meu blog, pois como tenho uma aluna com esta síndrome, pensei que muitos educadores podem estar passando pela mesma experiência maravilhosa que é de educar uma criança com Down. Esta apenas um pouco de muitas coisas que devemos saber quem se interessar e quiser saber um pouco mais e só entrar no site do Instituto Meta Social e esclarecer as duvidas.    


    O dia 21 de março é uma data importante: é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down. Será que você tem algum amigo com Síndrome de Down? Já parou para pensar no que é isso?
A Síndrome de Down é um acontecimento genético natural e universal. Isso quer dizer que a síndrome não é resultado da ação ou do descuido de mães ou pais, como muitos pensam. E nem é uma doença. Ela é causada por um erro na divisão das células durante a formação do bebê (ainda feto). Só para você ter uma idéia, de cada 700 bebês que nascem, UM tem Síndrome de Down. Por isso, qualquer mulher, independente da raça ou classe social pode ter um bebê Down. Até hoje, a ciência ainda não descobriu os motivos que provocam essa alteração genética, portanto não há como evitar.

Genética
Você já deve ter ouvido falar que todas as características de uma pessoa - a cor da pele, dos olhos, o tipo e cor dos cabelos, a altura e tudo mais – são herdados (transmitidas) dos pais, certo? Como? Por meio dos genes. São os genes, presentes nos cromossomos, que carregam tudo o que somos. Cromossomos são pedacinhos do núcleo das células que contém as características que cada um de nós herda do pai e da mãe.
Mas mesmo sabendo que existem semelhanças entre as pessoas com Down, não há exames que determinem, no nascimento, como a pessoa (criança, depois adolescente e adulto) vai evoluir durante a sua vida. Mas hoje, com as descobertas da medicina, sabe-se que para a criança down desenvolver todo seu potencial é importante que, desde cedo, seja amada e estimulada pelos pais, irmãos e profissionais habilitados.
A alteração genética das crianças com Down faz com que todas elas sejam muito parecidas e tenham as seguintes características:
1 - hipotonia (flacidez muscular, o bebê é mais molinho);
2 - comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais devagar);
3 - aparência física (uma das características físicas são os olhinhos puxados).

Aceitar as diferenças
Atualmente, a Síndrome de Down é mais conhecida, o que permite mais qualidade de vida, melhores chances e desenvolvimento para os portadores. Mas, infelizmente, esse avanço ainda não foi suficiente para acabar com um dos principais obstáculos que as pessoas com Down enfrentam: o preconceito.

O fim da exclusão
Já houve várias novelas e filmes que mostraram que os portadores da síndrome podem ter uma vida normal, embora necessitem de cuidados. Há alguns anos, a novela "Páginas da Vida" mostrou a menina Clara, uma criança com Síndrome de Down. Até alguns anos atrás, poucos sabiam que quem possui a síndrome é capaz de trabalhar e até de atuar como fez a atriz mirim Joana Mocarzel, que representou a Clara.
Sabia que existem ações para diminuir a exclusão social da pessoa com Down? Confira quais são:
- a transmissão das informações corretas sobre o que é a síndrome;
- o convívio social;
- a garantia de espaço para participar de programas voltados ao lazer, à recreação, ao turismo e à cultura;
- capacitação de profissionais de Recursos Humanos para avaliar adequadamente pessoas com Síndrome de Down, entre outras.

A data
O dia 21 de março foi escolhido pela associação "Down Syndrome International" para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down em referência ao erro genético que a provoca. Todo mundo tem 23 pares de cromossomos. Quem tem Down tem três cromossomos no par de número 21 (daí a data 21/03).

Fonte: Instituto Meta Social

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dez novas competências para uma nova profissão (Philippe Perrenoud)



Para Philippe Perrenoud, é preciso reconhecer que os professores não possuem apenas saberes, mas também competências profissionais que não se reduzem ao domínio dos conteúdos a serem ensinados, e aceitar a idéia de que a evolução exige que todos os professores possuam competências antes reservadas aos inovadores ou àqueles que precisavam lidar com públicos difíceis.



Existe hoje um referencial que identifica cerca de 50 competências cruciais na profissão de educador. Algumas delas são novas ou adquiriram uma crescente importância nos dias de hoje em função das transformações dos sistemas educativos, bem como da profissão e das condições de trabalho dos professores.



1. Organizar e estimular situações de aprendizagem.

2. Gerar a progressão das aprendizagens.

3. Conceber e fazer com que os dispositivos de diferenciação evoluam.

4. Envolver os alunos em suas aprendizagens e no trabalho.

5. Trabalhar em equipe.

6. Participar da gestão da escola.

7. Informar e envolver os pais.

8. Utilizar as novas tecnologias

9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão.

10. Gerar sua própria formação contínua.





Em algumas profissões que dependem totalmente das tecnologias, a renovação das competências é evidente.





1. Reconhecer que os professores não possuem apenas saberes, mas também competências profissionais que não se reduzem ao domínio dos conteúdos a serem ensinados;

2. Aceitar a idéias de que a profissão muda e sua evolução exige atualmente que todos os professores possuam novas competências, antes reservadas aos inovadores ou aos professores que precisavam lidar com os públicos mais difíceis.





1. Admitir que os professores têm competências profissionais



Ninguém duvida de que os professores têm saberes. Será que também têm competências? É claro que tudo depende da definição que damos a esse conceito. Se entendemos por competência a capacidade de agir de uma forma relativamente eficaz em uma família de situações. Quanto mais avançamos no ensino médio e superior, mais o saber a ser ensinado passa a constituir o cerne da identidade do educador, mais os professores subestimam o saber para ensinar, reduzindo-o a uma mescla de bom senso, coerência, arte de se comunicar claramente. Por isso, as habilidades são mais reconhecidas se concebidas como a aplicação de saberes metodológicos baseados nos saberes teóricos, como a didática das disciplinas ou a psicologia cognitiva. Esses saberes procedimentais não têm o prestígio das ciências ou da história, porém são saberes menos “vulgares” que as habilidades.



O que caracteriza a profissão de professor é que se fala muito pouco das maneiras de fazer do savoir-faire, das habilidades construídas no decorrer da experiência; enquanto isso, em outras profissões, sua diversidade e pertinência provocam a admiração dos colegas. Poderíamos dizer, exagerando um pouco, que os professores têm vergonha das habilidades.



A emergência da noção de competência no mundo das empresas está ligada, em parte, ao movimento rumo à flexibilidade, à precariedade do trabalho e ao enfraquecimento das escalas de qualificação e, conseqüentemente, das solidariedades estatutárias. O mundo do ensino desconfia do “enfoque por competências”, suspeitando, assim, que a escola está a serviço da economia em detrimento da cultura.



Uma parte do corpo docente resiste de uma maneira ainda mais viva e negativa a esses enfoques, pois agora precisa lidar diretamente com eles. Com efeito, os sistemas educativos visam ao mesmo tempo:



• Explicitar e avaliar de forma mais precisa as competências propriamente profissionais dos professores (para além de sua cultura teórica);

• Reformular os programas escolares no sentido de referenciais de competências (Perrenoud, 1999c).



Ao nos preocuparmos com as competências, estaremos, acima de tudo, lutando por uma formação profissional dos professores baseada na realidade das práticas. Contudo, isto também significa ter meios para fazer a profissão evoluir por meio do desenvolvimento de novas competências.





2. Novas competências: para que todos aprendam



Na análise dos motivos para lutar pela profissionalização da profissão de professor, deparamo-nos com dois tipos de fatores: por um lado, transformações das condições de exercício da profissão e, por outro, crescentes ambições dos sistemas educativos. O nível de conhecimento e de competência das novas gerações torna-se um mecanismo político e econômico da maior importância. Mecanismo econômico porque o “capital humano” continua sendo um trunfo decisivo para o desenvolvimento e a sobrevivência na concorrência internacional. E também um mecanismo político porque, embora sem garantir a generosidade e o altruísmo, e menos ainda a liberdade, a igualdade e a fraternidade, a instrução é uma condição necessária da democracia e da capacidade de construir uma ordem negociada, de não aumentar a violência ou o fanatismo quando a sociedade é rompida por crise.





3. Dez famílias de competências mais uma



Não podemos dissociar as competências da relação com a profissão. Para formar professores mais competentes, aliando uma postura reflexiva e uma forte implicação crítica para o desenvolvimento da sociedade, é necessário desenvolver a profissionalização do professor.

Essas competências não se relacionam ao trabalho com os alunos, mas à capacidade de os professores agirem como um ator coletivo no sistema e de direcionar o movimento rumo à profissionalização e a prática reflexiva, assim como para o domínio das inovações.







PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Artmed, 2000.

PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola. Artmed, 1999.

PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Entre duas lógicas. Artmed, 1999.


sábado, 2 de abril de 2011

Dicas para seu filho se alimentar de forma saudável !!!

No quadro O Dr. Responde, Eliana e o Dr. José Bento receberam o pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Marcelo Reibscheid, para orientar as mães sobre a alimentação de seus filhos desde os primeiros dias de vida.



Confira abaixo as receitas nutritivas que podem ser usadas para variar o cardápio dos maiorzinhos.



HAMBURGUER DE ESPINAFRE




Ingredientes


2 xícaras de folhas de espinafre
1 xícara de ricota
1 dente de alho amassado
1 colher (chá) de molho de soja
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
Sal a gosto
Óleo para untar

Modo de preparo

Coloque o espinafre, ainda molhado, em uma panela. Tampe e cozinhe em fogo baixo até as folhas ficarem macias. Escorra e deixe esfriar. Esprema para retirar o excesso de suco e pique-as. Em uma tigela, coloque o espinafre, a ricota, o alho, o molho de soja e a farinha de trigo. Tempere com sal e misture bem. Forme os hambúrgueres e asse. Mistura para 8 unidades.


HAMBURGUER DE ABOBRINHA E BERINJELA





4 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 abobrinha média picada (200 gramas)
1 berinjela média (250 gramas)
2 dentes de alho amassados
Óleo para untar
Sal a gosto

Modo de Preparo

Descascar a berinjela e cortar em fatias finas no sentido do comprimento. Passar sal nas fatias e deixar descansar e escorrer dentro de uma peneira por 30 minutos. Lavar a berinjela, enxugar e picar bem.Em uma tigela misturar bem a berinjela, o alho, a abobrinha e a farinha de trigo. Temperar com sal. Fazer os hambúrgueres com ¼ de xícara da mistura . Untar uma frigideira ante aderente e levar ao fogo até esquentar. Assar os hamburgeres até dourarem os dois lados.



NUGGETS COM QUEIJO BRANCO




500 gramas de peito de frango picado
uma clara
duas colheres de farinha de trigo
uma colher de queijo parmesão ralado
uma cebola piquena picada
duas colheres de salsa picada
dois dentes de alho espremidos
meia colher de sal
uma colher de pimenta-do reino
uma pitada de noz-moscada ralada
200 gramas de queijo branco em cubos
uma xícara de farinha de rosca para empanar

Modo de preparo:

No processador de alimentos, coloque o frango em pedaços, a clara (sem bater), a farinha de trigo, a cebola picada, a salsa, o alho, o sal, a pimenta-do-reino, a noz-moscada e triture até obter uma massa homogênea. Modele os nuggets com as mãos e recheie cada um com um cubo de queijo branco.

Passe pela farinha de rosca, coloque em uma assadeira e deixe dourar por igual – Aproximadamente 20 minutos.



NUGGETS DE BETERRABA





1 xícara de farinha de trigo integral ou comum, ou farinha de rosca
½ xícara de linhaça moída
1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
½ colher de chá de páprica
½ colher de chá de alho desidratado
½ colher de chá de cebola desidratada
1 xícara de purê de beterraba
450 gramas de peito de frango ou coxa e sobrecoxa, sem osso e sem pele
1 ovo grande ligeiramente batido
½ colher de chá de sal
Manteiga, margarina ou óleo para untar
1 colher de sopa de azeite

Para empanar para assar

2 unidade(s) claras
1 xícara(s) farinha de rosca misturada com 1 col. (sopa) de parmesão ralado

Modo de preparo

Para o purê de beterraba: Deixe a beterraba inteira (ou corte a rama deixando dois centímetros) e com casca.
Enrole em papel alumínio e asse a 200ºC, por cerca de uma hora (até que estejam macias quando espetados com uma faca). Depois de descascar, processe no liquidificador ou processador de alimentos por dois minutos.

Nuggets: Em uma tigela, coloque a farinha, a linhaça, o parmesão, a páprica, o alho e a cebola e misture bem com a ponta dos dedos. Em uma tigela rasa, com um garfo, misture o purê de beterraba e o ovo. Coloque-a ao lado da tigela com os ingredientes secos. Lave, seque e corte a carne de frango em pedaços pequenos (tamanho nuggets), depois salpique sal. Mergulhe cada pedaço na mistura de ovos e, depois, passe na mistura de farinha, até ficar totalmente recoberto. Unte uma frigideira grande e leve ao fogo médio-alto para aquecer.

Para Assar: Passe na clara e na mistura de farinha de rosca com o parmesão. Em uma assadeira untada, coloque os nuggets e leve ao forno por 20 minutos.













Pedagogia... cursar ou não cursar ?


A Pedagogia é a ciência ou disciplina cujo objetivo é a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo.





Pedagogia? Ah, que legal, mas você vai ganhar tão pouco. Crianças? Elas são tão chatas...


Pra quem ta começando a média fica R$ 800,00 por 20h/aula semanal. Agora se vc chegar a ser um delegado de ensino ou supervisor da secretaria da educação aí de R$ 6.000,00 pra lá.



Sabe qual a parte mais legal das crianças? A sinceridade. Se elas não gostarem de você, elas não esconderão e fingirão gostar, como aqueles do seu trabalho. Elas sorriem de verdade. São gentis. A má educação só existe, por culpa de pais que ou estão ausentes, ou presentes demais. Através da pedagogia podemos ensinar não apenas as pequenas criaturas que mudarão nosso futuro, mas seus pais, dando uma base para manter seus filhos empenhados nessa mudança!!



Porque eu preciso de tanto dinheiro? O que realmente me faz feliz? Churrascos no fim de semana com amigos bêbados, comendo vidas? Não!

Um carro luxuoso, que poluirá cada vez mais o meio ambiente? Não!

Uma casa chique com todos os utensílios mais caros do mercado ? Não!

As roupas de grife, cheias de rótulos? Não!

Trabalhar de 8 a 20h e receber mais de 10.000,00 por mês, e não ter tempo para viver?

NÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Eu só preciso de um bom planejamento, para não gastar dinheiro em vão, e juntar grana para viajar pelo Brasil. Conhecer cada região, cada povo, cada costume. Levar o que sei... aprendizado, vontade costumes, idéias.


Levar às crianças, aquelas que farão parte do meu dia-a-dia a importância da natureza, do respeito animal, da política, de uma boa alimentação, da cultura.

E o mais importante, incentivar os pais de cada uma, a adotarem e incentivarem seus filhos, com novas idéias.


Temos todas as oportunidades para uma revolução, e não temos o povo para agir. Pois o governo tratou de ocupá-los no trabalho, durante horas para sustentar suas famílias, e assim os calou, os confortou, com algumas bolsas-família.



Está na hora de sermos escravos sem algemas.

Comecemos agora, para colhermos os frutos do amanhã.


E isso será meu futuro, pois mudar o mundo, através de ONG’S ou trabalhando no setor Ambiental de empresas, é muito complicado.Você mexe algumas varetas, e vê que o dinheiro fala mais alto. Sempre falará.

Agora está na hora de levar educação para o nosso BRASIL.


Mudar as mentes, mudar a estrutura, mudar o poder.



"A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tam pouco a sociedade muda."


(Paulo Freire)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Projeto sobre Folclore


Nome do projeto: Dia de Fazer a Diferença com o Folclore (DFDF)




Faixa-etária: Creche e Pré-Escola



Check-list: Na idade pré-escolar, as crianças estão passando por uma mudança em relação ao seu comportamento, pois estão começando a misturar um comportamento anteriormente apenas formado por reflexos (proveniente de quando era bebê), com uma nova fase: a linguagem. Nesta trajetória a criança sente necessidade de fingir ser alguém, de fantasiar situações. Daí surge toda a simbologia refletida nas brincadeiras de faz-de-conta. Elas vivem num mundo imaginário onde são capazes de pensar e agir imitando situações variadas. Com isto, vemos a importância de se trabalhar o Folclore. Pensamos aqui, no Folclore como um grande quebra-cabeça, um grande brinquedo, em que cada peça é fundamental: as danças, as lendas, as brincadeiras, parlenda, as adivinhações, as cantigas, as receitas, os brinquedos, etc. Essas são as peças que formam esse jogo chamado cultura brasileira. Quanto mais se brinca com esse jogo mais se conhece a cultura do nosso país, logo ele não poderia ficar fora do espaço pré-escolar.

Na escola, criança tem de ouvir música de criança. E apenas música de criança, certo? Errado. Algumas delas têm texto fraco, muito óbvio ou com rimas pobres. De acordo com o Referencial Curricular Nacional Educação Infantil, e importante que a percepção musical na pré-escola seja estimulada.



• Planejamento efetivo do projeto:



Objetivos de ensino: Promover o desenvolvimento integral das crianças, dentro de um ambiente com propostas lúdicas e de cunho educativo, pois a cultura de um povo é um bem precioso que deve ser cultivado.

Estimular a reflexão sobre a linguagem musical com base em um repertório significativo.

Ampliar o repertório musical das crianças.



Objetivo geral: Construir conceitos com as crianças sobre o que é folclore através de experiências vivenciadas por elas.

Envolver professores e pais no trabalho musical das crianças.

Desenvolver nos alunos o respeito pelos diferentes repertórios musicais.



Objetivo específico: As crianças se apropriem de conhecimentos da cultura humana como novas formas de brincar, cantar, dançar, falar, etc.

Incentivando a valorização e o respeito pelas diferentes formas de viver de diferentes grupos e pessoas.





• Ações planejadas para envolver:



Professores/ Escola: Professores e funcionários devem estar preparados para lidar com as manifestações culturais das crianças.

Organize um grupo de professores para estudar temas ligados ao folclore e discutir as experiências em sala de aula

Um curso de capacitação sobre o tema é o mais indicado.



Alunos: Selecione músicas que contagiem as crianças pelo ritmo e pela sonoridade da letra. Em momentos de atividades livres, coloque na sala pra que eles ouçam.

Converse sobre as músicas ouvidas ao longo das aulas, perguntando às crianças quais as canções preferidas.

Organize uma votação para estabelecer as favoritas.



Comunidade externa: Faça uma reunião com as famílias para apresentar o projeto. Dessa forma, cada um pode continuar aproveitando a atividade em casa, com a família reunida.



• Possíveis atividades a serem desenvolvidas:



Formação Pessoal e Social: socialização, respeito, valorização do outro, autonomia, iniciativa.

Linguagem Oral e Escrita: diálogo, argumentação, parlenda, trava língua, adivinhações, cantigas, escrita, receita, leitura, lendas, textos informativos.

Natureza e Sociedade: história dos brinquedos e brincadeiras, diferentes formas de cantar, brincar e contar histórias.

Movimento: dança, brincadeiras.

Música: cantigas.

Arte: dramatização de lendas.

Matemática: construção de brinquedos (formas, cores, medidas, receitas).



• Sistema de apresentação/ exposição do projeto:



Grave um CD com dez questões-cinco escolhidas pelas crianças, outras cinco pelos pais. Encaminhe a escrita espontânea dos títulos na ordem em que aparecem na gravação para compor a capa.

CD gravado com as “Dez mais do folclore”, acompanhado de livrinho ilustrado com títulos e letras.

Depois grave um DVD mostrando todo o trabalho realizado durante a semana.



• .Avaliação:



Compare o conhecimento musical da turma antes e depois do projeto didático. O que mudou? As crianças demonstraram maior atenção às características rítmicas? E quando as letras? Verifique, em que medida a leitura e a escrita evoluíram.

A observação das formas de expressão das crianças, de seu envolvimento nas atividades e satisfação nas próprias produções será um instrumento de acompanhamento do trabalho que ajudará na avaliação e no replanejamento da ação educativa.



• Culminância:

Exposição para os pais, do Projeto DFDF, através de fotos, CD, DVD, materiais de pesquisa, materiais coletados e confeccionados pelas crianças e apresentações.

Autor: Jorge de Almeida Lopes Filho